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terça-feira, 10 de maio de 2011

Com cara de sexta-feira

Sete dias, cada um representando uma coisa. Para muitas pessoas, o domingo é o pior, pois antecede a semana que está para começar - cheia de afazeres. Outras pessoas já dizem que o pior dia é segunda-feira, dia em que deixamos de lado a rotina do fim de semana. Mas por que falar de pior dia, se existe o melhor?

Para mim, sexta-feira é o melhor dia. Não importa se a semana foi boa ou ruim, é o dia em que, tecnicamente, a semana termina. É o dia que separa os dias de trabalho do descanso do fim de semana. Neste dia não estamos totalmente na semana, mas também não estamos fora dela. Certa vez li que se formos felizes apenas no fim de semana é porque há algo de errado. Por isso sou feliz na sexta-feira, quando misturo estes dois mundos.

Independente de ter um dia preferido ou não, o importante é aproveitarmos o tempo que nos é disponível. Sendo uma terça-feira ou um domingo, ainda teremos atividades para realizar. Indiferente do dia, o tempo deve ser aproveitado.


Trabalho realizado para a disciplina de Leitura e Produção de Textos III - 2011/1.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Vem, vem, outono vem!

Como uma libriana legítima, sempre fui indecisa. Não gostava nem de muito calor, nem de muito frio. A temperatura no meio do caminho era a ideal. Estação favorita: primavera (tudo bem, eu ainda continuo preferindo essa época). Porém, não vejo a hora de chegar aquele frio gostoso!

Não, ainda não estou louca! Consegui me adaptar tão bem ao frio durante o intercâmbio que agora até sinto saudade daquela sensação gelada. Um mês consegue mudar toda nossa vida. Aqui a gente passa mais frio, mas mesmo assim. Só preciso alguns graus a menos para tentar sentir um pouco menos de saudade de fevereiro.

Várias camadas de roupas, casacos grossos, mãos cobertas por luvas... como alguém pode não gostar disso? Brincadeira! Mas no fundo, realmente sinto falta.

Sempre considerei o outono mais frio do que o inverno, e parece que não estou enganada. Bem que a neve pode aparecer por aqui também, eu adoraria ter mais um encontro com ela!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Colocando ordem na bagunça

Ontem, quando fui aproveitar meu tempo "livre" (que criei, não que ele existe), descobri um blog sobre viagens. Fiquei fascinada, principalmente porque descobri que a dona do blog já foi para Castelraimondo, Itália. É praticamente um guia turístico online, com dicas pessoais - o que é ainda melhor. Adorei. Passei horas navegando por lá e ainda mandei o endereço para a minha professora de italiano.

Foi então que percebi que não adianta ter um blog para deixá-lo jogado, solto nesse mundo virtual sem conteúdo. Se for para tê-lo, que ele seja feito de palavras carregadas de significado. E se tiver emoção junto, melhor ainda. Assim, pretendo atualizar meu pequeno e modesto espaço com mais frequência. Não que ele tenha muitos leitores, mas pelo prazer de escrever e pelas lembranças. É um lugar para compartilhar experiências. Então, por que não?

Portanto, de agora em diante um dos meus objetivos é atualizar o blog com pequenos relatos que fazem parte da minha história. Tá, não apenas isso. Mas essa é a minha meta em janeiro/fevereiro de 2011. Pelo menos nesses meses quero contar a maioria dos acontecimentos por aqui. Será uma época especial.

Tudo bem, eu assumo que quando abri o tal blog hoje esperava ansiosa por uma atualização. E, para a minha felicidade, ela estava ali. É legal acompanhar histórias que acontecem do outro lado do mundo. E para quem ficou curioso, o link do tal blog é http://drieverywhere.net/, e já faz parte dos meus favoritos!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Tão claro quanto o azul do céu

Céu azul, passarinhos cantando e um sol a todo vapor. Sim, é o verão chegando. Já está na hora de começar a contagem regressiva para as férias. Tá quase acabando meu segundo semestre de faculdade, o que me leva a concluir que cada vez tenho mais coisas para aprender. Esse está sendo um semestre um tanto tumultuado. Muita coisa junta, vários problemas para resolver. Até percebi que o que consideramos impossível se torna possível com muito esforço.

São muitas reuniões, trabalhos, provas e afins para pensar. Mas no final, tudo acaba dando certo. De um jeito ou de outro, dá certo. A gente se prepara tanto para uma coisa, e no final passa tão rápido. A gente nunca sabe o que esperar, nunca sabe o que vai acontecer. Por isso que elas simplesmente se realizam. São sonhos se tornando realidade em um piscar de olhos. Tudo bem, ninguém está entendendo sobre o que estou falando. Mas a essencia todo mundo entende: se é pra acontecer, vai acontecer. Você querendo ou não. E não se pode desistir jamais, porque vai dar certo.

É final de semestre, mas estou com uma vontade subita de pegar vários livros na biblioteca e de ler tudo de uma vez. E claro, passar horas escrevendo sobre tudo. Ou sobre nada. O que importa é escrever. Se for direto no papel, melhor ainda. Vontades estranhas, mas eu gosto.

Explicação do título. Não deveria precisar, mas precisa. O céu é azul, mas ninguém sabe o que existe atrás dele. Juntando com o texto, quase ninguém entende o assunto do texto. Acho que só eu mesmo. Mas, como já disse, é vontade de escrever.

Beijokas povo!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Trauma de aniversário

Daqui a alguns minutos eu vou completar 18 anos de idade. Isso mesmo, já serei uma pessoa adulta. Pelo menos é o que a Lei diz. Mas eu não sei o que esperar de amanhã. Não do fato de ser maior de idade, porque isso vai ser muito bom. Poderei fazer várias coisas que não posso fazer agora, e isso vai mudar bastante. O que tenho medo é do dia do meu aniversário. Isso porque sempre acontece alguma coisa. Geralmente, não em todos os anos, mas normalmente meus aniversários não são bons.

É possível? Sim.

Meus melhores anos são os ímpares, e não é coisa da minha imaginação não. Parei pra pensar e fiz um levantamento. Quando fiz 12, 14 e 16 anos passei meus aniversários doente, quase sem poder levantar da cama. O de 14 não lembro muito bem agora, mas sei que também fiquei ruim.

Lembro que no meu primeiro aniversário em Santo Ângelo passei em casa com as minhas amigas, só que eu estava muito gripada. Não consegui dormir direito, mas no final do dia apaguei. Não lembro de muita coisa, mas tenho algumas fotos engraçadas.

Em Brasília no meu aniversário de 13 minha melhor amiga (na época) esqueceu do meu "grande dia". Ela passou o tempo inteiro comigo e nem lembrou de nada. E o resto das minhas amigas também demorou para lembrar. Nem preciso dizer que foi "maravilhoso" né?!

Mas dos aniversários de 15 e 17 anos não tenho do que me queixar. No de 15 ganhei 3 festas surpresa, melhor presente impossível. Chorei horrores, porque além disso, foi quase a minha despedida de Brasília. Já no de 17 não aconteceu nada estraordinário, mas pessoas que eu nem sabia que ainda lembravam de mim me deram parabéns, e isso valeu mais do que muita coisa. Foi um dia simples, mas muito alegre. O que vale é o gesto, não o resto.

Agora eu fico pensando o que vai acontecer amanhã. Será que vou ficar doente de novo? Será que ninguém vai lembrar? Sinceramente, não sei o que esperar. Mas vamos ver o que vai acontecer.
Faz muito tempo que já parei de tentar planejar as coisas.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Se eu choro hoje, é de felicidade

Preciso registrar esse momento de alguma forma. Já que não posso gritar, vou desabafar tudo aqui. Até uma hora atrás eu estava super nervosa com uma coisa. Sabe AQUELA dúvida? Até o sono eu perdi. Era o tipo de coisa que tinha tudo para dar errado. Só que, ainda bem, acabou dando tudo certo!

Sem entrar em detalhes, mas já entrando, eu estava ansiosa por não saber se conseguiria participar de uma coisa muuuuito especial. Então criei coragem e fui perguntar aos encarregados sobre o que eu estava pensando. Me disseram para ficar tranquila, que tá tudo certo... e que estou dentro! Saí de lá com as mãos tremendo, vontade de gritar, chorar, sorrir... Para falar a verdade, ainda estou assim.

Não sei direito o que fazer, não sei o que sentir. Pode até ser bobo, mas eu começo a rir e a chorar ao mesmo tempo. Eu sei que muitas coisas ainda podem dar errado, mas no momento estou curtindo muito essa oportunidade tão especial.

Enquanto a hora não chega, sigo fazendo planos. Tenho mil coisas para preparar antes do "tal" dia chegar. Ah, claro. Ainda tenho mais mil e um trabalhos para entregar, pois o semestre não está nem na metade!

Só que hoje não é dia para se preocupar nem se estressar com trabalhos. Depois da meia noite, talvez eu lembre que eles estão me atormentando. Quem sabe?!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Relatório de gostos

Ontem, quando estava sendo entrevistada para a apresentação do grupo do Na Pilha, descobri uma coisa muito importante. E estranha. Eu não me conheço. É, isso mesmo. Tive que pensar um tempão para descobrir o que gosto, o que fiz recentemente e o que ainda pretendo fazer. Pensando bem, acho que acabamos conhecendo (e analisando) mais as outras pessoas do que a nós mesmos. Portanto, esse post é para que eu possa me conhecer melhor. E vocês também, claro.

Eu avisei que era estranho! Mas vamos ao que interessa, então.

Começo o texto citando uma coisa importante, que escuto todos os dias: sou menor de idade. Até na aula já escutei coisas do gênero "Como aqui todos são maiores de idade...", mas não, eu ainda não sou! Como uma libriana legítima, demoro séculos para decidir alguma coisa. Completamente indecisa.

Adoro ler, escrever, dormir, viajar, rir; filmes, músicas, fotografias, conversas jogadas fora. Já virei várias madrugadas para terminar de ler livros. Só que quando faltavam umas 10 páginas, e o sol já começava a nascer, preferia deixar tudo na curiosidade e ir dormir. Já escrevi apenas por escrever. Já passei dias escrevendo sobre algo e nunca coloquei um ponto final na história. Já dormi quando não podia. Já ri quando não podia. Já chorei quando não queria. Já viajei para matar as saudades de quem gosto. Já me emocionei com filmes. Já cantarolei músicas pelas ruas. Já tirei fotos estranhas. Já conversei durante horas, sem ver o tempo passar, apenas pela companhia.

Também tenho alguns gostos diferentes. Fui no show do rbd, em brasília. Matei 3 dias de aula em 2009, fiz uma viagem enorme, pra ir no show do Mcfly, em poa. O último CD que comprei foi do NxZero. Meu sonho é ter uma biblioteca em casa. Ou ser dona de uma livraria. Ou melhor, as duas coisas. O último livro que li foi "A Última Música", chorei horrores. Tenho meus livros favoritos. Amo "Orgulho e Preconceito", "A Cidade do Sol", "Harry Potter", "A Moreninha", entre outros. Engraçado que na hora de escrever não consigo recordar, mas se paro na frente da prateleira fico indecisa, porque quero ler todos que estão ao meu alcance. Sempre quis pegar uma câmera e sair por ai, sem destino, tirando fotos de árvores.

Gosto de coisas repetidas. Leio o mesmo livro uma, duas, três, quatro vezes. E até mais do que isso. Escuto as mesmas músicas todos os dias. Também escuto a mesma música durante horas. Assisto alguns filmes tantas vezes, que até decoro as falas. Penso nas mesmas coisas, escuto os mesmos ditados. Gosto de coisas tradicionais, tudo certinho. Adoro passar horas conversando no celular. Mas também odeio quando ele toca.

Já amei e odiei meu curso. Tive um trote inesquecível. Meu primeiro semestre da faculdade foi incrível. Fui, e acho que ainda sou, uma bixo muito querida. Tenho veteranos que adoro. E alguns que quero ver bem longe. Encontrei pessoas especiais no curso. Tenho dias em que tudo dá errado. E certo, ao mesmo tempo.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Projetos e mais projetos

Entrando no clima de mais um semestre super agitado, lá vamos nós para mais um projeto de extensão da Unisc. Dessa vez nada de @focasdoq #coisamaisamor pra mim. Ninguém mandou não se inscrever, né? Então, além de agência e Oficina de Telejornal (que foi contemplada com uma matéria adorável da gazeta), dedicação total ao Na Pilha! Sim, nesse semestre tem Bate-papo Pilhado, comigo junto!
Vamos participar de duas edições do Na Pilha, sendo que a última sai no dia do meu aniversário. Baita presente!
A 3° Edição do Bate-Papo Pilhado, da Folha do Mate, vai ocorrer lá em Venâncio Aires, algumas horas após o "Meteoro da Paixão" ter deixado seu rastro na maior Oktoberfest do Rio Grande do Sul. Aguenta coração! Nesse tipo de época é que não existe a palavra cansaço no vocabulário.


Brincadeiras a parte, o semestre promete muitas realizações. E, como já virou rotina, tenho apenas um pedido: que tudo dê certo!

sábado, 28 de agosto de 2010

Novo, mas antigo

Post escrito em julho de 2010, mas que estava guardado, esperando pela hora de ser divulgado!


Sabe aqueles dias em que você precisa escrever? Pensar no que quer, na sua história, seus momentos bons e ruins, enfim, na sua vida? Pois eu estou assim. Recordações estão passando pela minha mente a todo instante. Lembro dos meus sonhos e ambições, de coisas que um dia quis e que hoje viraram passado. Até mesmo de coisas que consegui e que agora não passam de boas lembranças.
Existem tantas coisas que ainda queremos fazer, ver, ouvir, sentir, aprender. Tantos assuntos diferentes para serem explorados. Tantas pessoas para conhecer. Mas as vezes, no momento não consigo entender como, esquecemos disso. Esquecemos que existe todo um mundo lá fora esperando por nós. Repleto de "coisas" aguardando por um momento de atenção.
Não importa o que aconteça, sempre haverá algo novo para aprender. Sempre haverá alguém para conhecer. Algo novo para sentir. Porém, isso só acontecerá verdadeiramente se estivermos dispostos a entrar nesse mundo. Não apenas entrar, mas estar realmente presente de corpo e alma. Correr atrás do que se quer, mesmo sabendo de todos os riscos. Algumas vezes esse tal "perigo" ainda pode servir como incentivo para concluirmos um objetivo.

Afinal, se você está na chuva, é pra se molhar.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Bom apetite

Sexta-feira. Finalmente, sexta-feira. Após uma semana de muita correria, chegou o dia mais esperado por todos. Para relaxar, os mais diversos programas podem ser citados, como, por exemplo, uma noite de farra com os amigos, ficar em casa jogado na cama olhando TV, perambular por aí, enfim. Porém, o destino da minha noite de sexta-feira foi outro, totalmente diferente. Pensando bem, da próxima vez ficarei bem longe de casa, para não ter a possibilidade de que isso aconteça novamente.
Sem mais delongas, a história foi a seguinte: resolvi passar a noite que antecede o final de semana com a cara nos livros. Sim, isso mesmo. Nada como uma pilha de trabalhos para impor um pouco de respeito (medo, pura pressão). Primeiro, organizei todo meu quarto, que estava naquela bagunça básica, consequência da semana que passou despercebida. Depois disso, tomei coragem e coloquei todos os livros e coisas que precisaria em cima da mesa. Então... fiquei com fome e resolvi fazer um lanchinho.
Claro, por que não? Sem pressa alguma, fui até a cozinha, preparei um sanduíche e resolvi o que iria beber. O escolhido foi um iogurte de morango. Peguei a comida e fui desfrutar da privacidade e do conforto de meu amado quarto. E do computador, claro. Coloquei um vídeo para carregar e agitei a minha bebida, como manda a embalagem.
Confesso que, até eu conseguir retirar o plástico do copinho, o vídeo já estava carregado. Acabei deixando a comida de lado e me distraí assistindo ao vídeo, o qual era o clipe de uma das bandas que mais gosto. Minutos depois olhei ao redor, procurando a comida. Comecei a comer o sanduíche, ainda de olho na tela.
Quando meu pequeno espetáculo acabou, estiquei a mão em busca do iogurte geladinho. Por sorte, resolvi desviar os olhos da tela, com medo de derrubar o conteúdo e fazer algum estrago. O que vi foi a mais inusitada e assustadora cena. Acredito que isso habitará meus pesadelos por muito tempo. Duas antenas surgiam pela borda do recipiente, sendo acompanhadas por uma cabeça escura, com olhos muito feios.
Assim que consegui raciocinar, tomei a atitude mais corajosa possível: levantei da cadeira e saí correndo pelo corredor gritando “Eu quase bebi uma barataaaaaaaaaaaa”. Várias cabeças curiosas surgiram no corredor, ao mesmo tempo assustadas e divertidas com a cena. Não consegui contar o que tinha acontecido, então juntei a galera toda no meu quarto e mostrei a prova do crime. A cara de nojo foi geral quando apontei para aquela cabecinha mergulhada no líquido rosa.
A noite foi salva por uma incrível alma caridosa que levou aquela coisa horrível do meu quarto. Não consegui comer mais nada, nada mesmo, durante horas. E até acho que o fantasma da barata vai me atormentar por meses. Mas de uma coisa tenho certeza: nunca mais tocarei em um iogurte de morango na minha vida!

Para encerrar, tenho apenas mais uma consideração a fazer. Eu realmente tomei o iogurte. Mas, na verdade, ele estava extremamente gostoso... e normal. Não tinha nenhum intruso povoando aquele espaço. Mas poderia ter acontecido, não poderia? O que você teria feito?
Boa sorte quando for degustar um iogurte de morango.

sábado, 24 de abril de 2010

Assuntos diversos

Hoje eu não tenho nenhum assunto principal para escrever. O que tenho é o de sempre, vários problemas que fazem parte do meu dia-a-dia. Nada muito importante. Ou melhor, coisas super importantes, mas que vão sendo resolvidas aos poucos. O problema é que as vezes eu me preocupo de mais com essas coisas, querendo que tudo fique pronto o mais rápido possível. Ou até pensando em assuntos desnecessários. A questão é que, por estar com a cabeça sempre ocupada, eu não paro para aproveitar as pequenas coisas do cotidiano. Devo ser uma pessoa estressada, ou séria de mais pra minha idade. Algo assim.
Isso me lembra de quinta-feira, dia 22. Eu PRECISAVA (na verdade ainda preciso, tenso!) encontrar alguns contatos pra matéria do Focas do Q? que eu vou fazer com o Renan Silva. Nossa pauta é um pouco difícil, mas agora as coisas já estão melhorando. O que aconteceu foi o seguinte: a nossa reunião na Gazeta começava às 17:30, e às 17 horas eu ainda não tinha conseguido nada. Nadinha. Desesperada como já estava, fiz algumas ultimas tentativas. Peguei o celular e fui com a Thamires para o lugar menos barulhento que tinha no Bloco 13 da Unisc, o banheiro. Apesar de lá também ter bastante barulho, eu consegui fazer algumas ligações. Ligar até que não foi complicado, só que ninguém atendia o telefone. Por sorte, o único lugar que me atendeu conseguiu me ajudar. Depois de 3 ligações para o mesmo número, consegui a informação que tanto precisava. Mas nisso já estávamos na parada de onibus com mais gente da equipe do Focas. As gurias presenciaram as conversas tensas e depois a conquista de uma possível fonte. Agora pensando é até engraçado, mas na hora foi tenso!
Acabei de perceber um hábito que adquiri depois de algumas semanas na agência. Ler muitas vezes o que escrevi, e depois de cada uma dessas vezes ir tirando palavras e mudando frases. É algo importante, mas na hora de escrever para trabalhos do curso ou matérias. Aqui eu ainda gosto de escrever do meu jeito, sem muitos ajustes. É disso que eu falo quando digo que adoro a liberdade de escrever aqui. É algo só meu, não tem um certo ou errado.
Simples e fácil. Não vou dizer rápido, porque sempre demoro pra escrever. Falando nisso, eu avisei que hoje não tinha nenhum assunto principal. Ainda bem. É bom não falar de nada de vez em quando. Ou falar de tudo.